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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Comidas e doces típicos brasileiros que nenhum gringo pode deixar de provar

  A Copa do Mundo deve atrair mais de 600 mil turistas estrangeiros ao país. Além do futebol e das praias ensolaradas do Nordeste, ele também vêm em busca de saborear algum prato ou doce típico da culinária brasileira, que é rica em sabor, cores e aromas. 

Feijoada


  Preferência nacional ao lado do churrasco, a feijoada é, sem sombra de dúvida, a comida típica mais brasileira de todas, estando presente na mesa dos brasileiros de Norte a Sul.

Churrasco


  De origem sulista, o churrasco é servido e preparado de maneiras diferentes de acordo com os costumes de cada estado do Brasil. Uma coisa, no entanto, é igual: os estrangeiros que provarem o tradicional rodízio de carnes em uma churrascaria vão querer repetir a experiência no dia seguinte.

Barreado

  Prato típico do Paraná, o Barreado consiste em vários cortes de carne cozidos em uma panela de barro e servido com farinha. O cozimento da carne pode durar até 20 horas. Fato curioso sobre o prato é que antigamente, os tropeiros cozinhavam a carne embaixo da terra.
Acarajé

  Acarajé é uma obrigação para os turistas que visitarem a Bahia. A especiaria de origem africana pode ser encontrada em diversas barraquinhas de rua em Salvador.
Moqueca

  Seja de peixe ou camarão, baiana ou capixaba, moqueca é um prato de dar água na boca e que nenhum turista deve deixar de experimentar.
Pastel

  Pastel combina com qualquer bebida (café, suco ou refrigerante) e com qualquer horário. Sua infinidade de sabores torna difícil que uma pessoa não goste de pastel.
Tapioca

  Prato típico da região nordeste do Brasil, a tapioca é de origem indígena e consiste na farinha de mandioca transformada em uma goma, que na frigideira, leva o recheio desejado por cada um.
Mandioca


  Ou aipim, macaxeira, maniva e até castelinha. Tantos nomes diferentes pelo Brasil se equivalem aos numerosos benefícios que a raiz possui: vitaminas do complexo B, fósforo, potássio e por aí vai. Além disso tudo, quando frita é o melhor aperitivo de happy hour no Brasil.
Pão de queijo

  Iguaria de Minas Gerais, o pão de queijo se espalhou pelo Brasil e está hoje presente no dia-a-dia do brasileiro, no café-da-manhã, no lanche da tarde ou em qualquer outro momento oportuno para ligar o forno e curtir o sabor dessa receita típica.
Brigadeiro

  Tradicional em festas de aniversário de criança, o brigadeiro é um dos doces mais populares do Brasil, tanto é que é possível encontrá-lo não só em ocasiões especiais, como aniversários e casamentos, mas também em padarias e confeitarias das cidades.
Pudim de leite

  Pudim de leite é a sobremesa mais comum em almoços de família aos domingos, restaurantes e em ocasiões especiais. No entanto, pode ser muito doce para o gosto estrangeiro, assim como o brigadeiro.
Pé-de-moleque, paçoca e amendoim

  É praticamente impossível rejeitar esse trio, especialmente em época de festas de São João, que é quando o pé-de-moleque e a paçoca são mais consumidos pelos brasileiros.

Referência: Catraca Livre 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

História do Bolo de Rolo

  Não se sabe ao certo a origem desse patrimônio pernambucano, mas é senso comum que a receita tenha vindo de Portugal, originada a partir de outra chamada “Colchão de Noiva”. O fato é que a iguaria foi introduzida no Brasil a partir do século XIX, com a vinda da Corte Portuguesa às terras brasileiras. Em substituição ao recheio de ovos e amêndoas foi utilizado o típico doce de goiaba, enquanto as camadas foram ficando cada vez mais finas e delicadas. Nascia assim o Bolo de Rolo, que passou a ser apreciado pelas famílias e virou uma verdadeira tradição em nossa terra.


Durante muitos anos esse bolo ficou restrito aos senhores de engenho, e posteriormente aos governadores de Pernambuco, se tornando popular posteriormente. Era servido como sobremesa ou lanche. Um visitante ilustre não poderia sair de uma casa, sem degustar uma fatia de bolo-de-rolo. Dessa maneira, foi sendo utilizado como forma de estreitar os laços de amizades, como forma de agradecimento, como presente e até para "amolecer corações". Até o papa João Paulo II, quando da visita ao Recife, em 1980, provou uma fatia.

Referências: Casas do Frios e Rosane




quinta-feira, 8 de maio de 2014

Curiosidades da China

Comida rapida en China - Platillos vivos


Feira livre de Dalian - China




Petiscos Chinês 



A identidade de ser brasileiro a partir da alimentação

 O Brasil possui grande extensão geográfica e cultural que revela uma pluralidade de povos, costumes e tradições, que pode ser revelada materialmente por meio dos hábitos alimentares construídos por grupos sociais a partir de elementos biológicos e, principalmente, sociais e culturais. O ato de comer está entre o que é natural e o que é social/cultural no homem, pois  para sua sobrevivência é indispensável o alimento, que por sua vez, é utilizado e adaptado de acordo com os hábitos e costumes praticados em seu meio. 
  A culinária possui significados e simbolismos diversos nas diferentes formas de cultura. A comida, portanto, transcende seu significado para algo além do que satisfazer-se biologicamente. O aprendizado dos modos à mesa, os hábitos atribuídos ao ato de comer são socializados desde a infância e podem ser modificados parcial ou completamente ao se chegar à vida adulta. 
 A antropologia sempre se interessou pelo ato de comer, pois o comportamento relativo à comida demonstra manifestações culturais e sociais e causam estranhamento entre os diferentes povos. É um aspecto que permite uma observação abrangente e uma possível compreensão da alteridade.
 Portanto, é possível pensar sobre uma possível identidade nacional a partir dos aspectos relacionados à gastronomia, uma vez que a identidade nacional é universal e engloba todos os grupos, o que torna a culinária brasileira uma miscelânea de memórias populares regionais e de processos migratórios, introduzindo na cozinha essas relações. Tornando aceitável a ideia de que o feijão e o arroz, a farinha de mandioca, a feijoada e a caipirinha se tornem alimentos reconhecidamente universais entre os brasileiros. 
 Dentro do Estado brasileiro, comidas como o vatapá e o acarajé são consideradas pertencentes à culinária regional do estado baiano, entretanto no exterior, fora do âmbito nacional, esses pratos tornam-se tipicamente ou legitimamente brasileiros, não importando a questão regional. O que está em jogo, nesse contexto, é a prelação que se tem com elementos que levam indivíduos a pensar de maneira mais ampla, no caso, o vatapá e o acarajé como elementos nacionais. 


 Desse modo, a cultura nacional busca unificar os indivíduos, independente de diferença de classe, gênero ou raça, ela busca a unificação em uma identidade cultural representada por uma grande família. Mas, essa concepção é imaginária, pois as nações modernas são compostas de maneira híbrida, sendo uma mistura de tradições, composta por diferentes costumes, sentimento de lugar, religião e até mesmo diferentes línguas.  Nesse sentido, a globalização também contribui para a fragmentação do sujeito, pois ela como um processo que conecta diferentes regiões, que aproxima os espaços através das diversas tecnologias, que rompe barreiras de tempo, enfatiza a perda de sentido de unificação das identidades nacionais, as transformam, criando uma tensão entre a ideia de identidade local e identidade global.
            

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Pidan, o Ovo Centenário (ou Milenar)



 O Pidan, o ovo centenário, também conhecido como ovo de cem anos ou ovo milenar, é uma das mais famosa iguarias do mundo oriental.

 Tradicional da China, o ovo centenário é feito com ovos de pato, ganso, galinha ou codorna. É coberto com cinzas, sal, argila e cascas de arroz e é enterrado por 100 dias, podendo chegar a ficar enterrado por anos, dependendo do método de preparo e da região onde é produzido. Reza a lenda, que esse ovo é da época da Dinastia Ming, quando na região da Hunan foi descoberto em uma construção um ovo perdido por dois meses dentro de uma argamassa. O sujeito experimentou e gostou. Com o passar do tempo foi aprimorando a técnica. Fontes mais confiáveis dizem que o ovo centenário é o resultado de anos de experiências para se descobrir um método de conservação de ovos.

 O Pidan tem uma aparência estranha. A clara fica com uma textura de gelatina e com uma cor dourada escura, estranhamente bonita, quase sem sabor algum. A gema tem uma cor escura, verde acinzentado, e com uma textura macia, cremosa, com cheiro forte e sabor intenso, de enxofre. Pode ser comido cru ou utilizado em algumas preparações chinesas.



 O lugar mais fácil de se conseguir o ovo centenário no Brasil é no Bairro da Liberdade em São Paulo. Os ovos são vendidos em dúzias ou de forma individual. O ovo custa aproximadamente R$ 5,00 a unidade.

 A clara realmente não tem gosto algum e tem a aparência de uma gelatina de coca-cola. A gema tem uma textura estranha e um gosto muito forte de ovo cozido. É como se existissem 5 ovos cozidos dentro da gema. O gosto de enxofre residual demora algum tempo para passar. 
E ai tem coragem de experimentar?


Referência: Gastronomia descomplicada 

terça-feira, 6 de maio de 2014

História do Arroz na China


  A cultura do arroz englobava um sistema sofisticado de conhecimentos desde a lavoura até a cozinha. Em países como a China e o Japão, o arroz é símbolo de fecundidade, associado a importantes fases da existência humana, como o casamento. Os tipos de arroz plantados nesses dois países são do grupo de cultivares sínica ou japônica, de grão curto, que quando cozidos se tornam grudentos. Esta característica facilita o uso de hashi para comer o arroz, e também o preparo de outros pratos, como o sushi e o sashimi. O arroz cru pode ser moído para farinha, inclusive para elaboração de muitos tipos de bebidas tais como o amazake, o leite de arroz e o saquê. As sementes processadas do arroz geralmente são fervidas ou cozinhadas para torna-las comestíveis, depois do que podem ser fritadas no óleo, ou na manteiga, ou ser batidas em uma tina para fazer o mochi (bolinho de arroz chinês cozido). O farelo de arroz, chamado nuka no Japão, é produto valioso na Ásia; é usado nas necessidades diárias, e aquecido para produzir um óleo muito saudável.

 Na China, a agronomia do arroz evoluiu para ter plantas de baixa estatura e alta produtividade. A produtividade de sistemas de arroz irrigado está documentada, demonstrando um aumento de produtividade contínuo nos últimos dois mil anos. Em 1700, já haviam sistemas rendendo 10.000kg/ha. Estas variedades contribuíram para a alta produtividade de variedades modernas de arroz, todas com a mesma baixa estatura desenvolvida na China. A variedade chinesa ancestral De-Geo-Wo-Gen doou os genes de baixa estatura e alta produtividade às variedades modernas, a partir de cruzamentos feitos no IRRI (International Rice Research Institute), que transferiram estas características para o arroz agulhinha.  (Fonte: http://www.sindarroz-sc.com.br/ )



A Maravilhosa Cozinha de Jack - White Dragon Shimeji Burger


 Nessa receita, vamos apresentar uma receita que une a tradicional junkie food americana com um toque do sabor asiático. É o White Dragon Shimeji Burger, um hambúrguer de 200g, com cebolas e cogumelos shimeji caramelados no molho shoyu e cobertos com queijo cheddar. 

Ingredientes:

400g de carne (picanha, contra-filet ou fraldinha)
Azeite de oliva
Pimenta do reino
100g de shimeji branco
1 cebola cortada em tiras
2 colheres de sopa de manteiga
50ml de molho shoyu
6 fatias de queijo tipo cheddar
2 pães de hambúrguer grandes

Modo de preparo hambúrguer:

Corte a carne em pedaços bem pequenos, quase como se ela fosse moída. 
Tempere com sal e pimenta do reino e misture bem.
Acrescente azeite e faça dois hambúrgueres de 200g cada. 
Deixe por 20 minutos na geladeira para ficar consistente. 
Leve à uma frigideira aquecida em fogo baixo e deixe fritar por alguns minutos.
Quando o meio do hambúrguer estiver assado, aumente o fogo para dourá-lo. 
Coloque 3 fatias de queijo tipo cheddar em cada hambúrguer e tampe. 
Quando o queijo derreter, é só colocar no pão. 

Modo de preparo Shimeji:

Corte a cebola em tiras e separe o shimeji dos "ramos".
Em uma panela wok (ou similar), refogue os shimeji e a cebola na manteiga. 
Quando a cebola e o shimeji estiverem refogados, acrescente o molho shoyu e espere reduzir. 
Coloque a cebola e o shimeji por cima do hambúrguer no pão. 

Acompanhamento: 

Cerveja Nipo-Americana Buckwheat Ale


 Créditos: Cozinha de Jack

A História do Hashi

 Os hashis começaram a ser usados no ano de 2.500 anos antes de Cristo.Conta-se que os primeiros foram utilizados como suporte para grelhar carnes sobre a brasa. Para não queimar as mãos e servir a carne, eram usadas as tiras de bambu. Lenda ou fato, o hábito sobrevive até os dias de hoje e se mostra uma das formas mais interessantes de manipulação dos alimentos.
 Os hashis  são mais higiênicos do que os garfos e colheres e podem ser produzidos com diversos materiais, desde bambu até prata e marfim. Parece que toda a cultura culinária oriental foi de certa forma desenvolvida para ser consumida por estes palitinhos.
 Os alimentos são cortados em tamanhos que podem ser facilmente segurados, dispensando o uso da faca e do garfo.
 Existem algumas regras de etiqueta para segurar os hashi. Uma delas é não ficar balançando os palitos no ar. Também não é de bom tom passar os alimentos de hashi para hashi de outra pessoa. Os palitinhos são delicados e como tal não devem jamais perfurar os alimentos.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Os temperos mais usados no Brasil


 Os temperos dão sabor e vida ao alimento e marcam a personalidade ao prato de quem o prepara. Por isso, listei abaixo, os temperos mais usados no Brasil. Se o tempero é fresco e de boa qualidade a comida fica muito mais saborosa e nutritiva. As plantas condimentares aromáticas são utilizadas terapeuticamente e em perfumarias.
 O sal é o tempero mais usados no mundo, mas o excesso desse elemento na comida está causando uma série de doenças relacionadas à hipertensão arterial, assim, para dar mais sabor e aos alimentos existem temperos naturais funcionais, que auxiliam na prevenção de doenças, uma vez que ao utilizá-los, podemos diminuir e até tirar completamente o sal da mesa.
  Dicas: se na receita informar tempero fresco e você não tiver, coloque o seco em menor quantidade, pois o sabor é mais forte; não exagere no tempero, experimente, sistematicamente, o que estiver cozinhando.



Açafrão da terra (Curcuma longa)


 Propriedades terapêuticas: antioxidante, anti-inflamatório, digestivo (ativador da função hepática e da secreção biliar), é auxiliar no tratamento de prisão de ventre e gases.

 Utiliza-se o rizoma* da planta, moído. Ideal para dar cor amarelada aos pratos, usado nas culinárias baiana, indiana e asiática. Pode ser usado em diferentes pratos como: arroz, sopas, legumes, carnes, saladas, pães e doces.

  Os rizomas são partes dos caules "inchados" e se localizam antes das raízes das plantas.

Alecrim (Rosmarinus officinalis)


 Propriedades terapêuticas:digestivo, antioxidante, estimulante, ativador da circulação sanguínea, antidepressivo e anti-séptico. Uso externo em dores reumáticas e contusões.

 Utilizam -se as folhas em sopas, molhos, preparações de ovos, saladas e guisados. Realça o aroma de carnes grelhadas. Indispensável com limão e vinagre nas carnes de porco, carneiro e frango. Excelente em vegetais como batata, couve-flor e em molhos (ex. mostarda, vinagre, mel e alecrim).


Alfavaca, manjericão cheiroso ou manjericão grande (Ocimum basilicum)

  Propriedades terapêuticas:digestivo, sedativo, tônico, baixa a febre, diurético; é auxiliar no tratamento de infecções bacterianas e parasitas intestinais. Antigripal (tosses, resfriados, bronquites).
 Utiliza-se as folhas, secas ou não , picadas ou não em molhos de tomates, massas, berinjelas, peixes de carne firme, legumes.


Alho (Allium sativum)

 Propriedades terapêuticas:antioxidante e digestivo; melhora a circulação sanguínea e purifica o sangue. É diurético, anti-hipertensivo, antigripal (bronquite, gripe e tosse), vermífugo. É um poderoso desinfetante para cortes e ferimentos enferrujados. Baixa a febre. Ajuda a controlar o diabetes.
 Utiliza-se os bulbilhos (dentes). Excelente em molhos de tomate e cebola, carnes, peixes grandes, aves, pão de alho e refogados em geral. Na minha opinião, no arroz e no feijão é indispensável. 



Canela (Cinnamomum cassia)

 Propriedades terapêuticas:digestiva e antioxidante; ajuda a prevenir osteoporose, a controlar a pressão sanguínea e a aliviar sintomas da menopausa
Utiliza-se a casca inteira (em rama) e moída, em compotas, chocolates quentes e outras infusões, marinados, picles e ensopados da casca; e bolos, pães, biscoitos, mingaus e doces (pó).



Cebola (Allium cepa)



 Propriedades terapêuticas:antioxidante e digestiva. Boa no combate as afecções das vias respiratórias, estimula a atividade renal, auxiliar no tratamento do diabetes.

 O que utilizamos são as folhsas.Combina com muitos pratos salgados, sozinha ou com outros temperos (alho, tomate, pimentão).



Coentro (Coriandrum sativum)

 Propriedades terapêuticas:antioxidante, digestivo, auxiliar no tratamento da ansiedade, moderador de apetite e anti-gases.
 Grãos: marinados e conservas.
 Grão moído: aves, peixes ensopados ou assados, carne de carneiro, recheios, molhos e refogaodos.
 Folhas: peixes, frutos do mar, molhos, sopas, carnes.


Cominho (Cuminum cyminum)

 Propriedades terapêuticas:diurético, auxiliar no tratamento de gases.
 Utiliza-se em molhos para carne e peixe, legumes, ovos, queijos, pães. Utilizado também na carne assada, cozida ou de panela. É um ingrediente básico na culinária nordestina.




Cravo-da-índia (Syzygium aromaticum)

Propriedades terapêuticas:anti-séptico bucal,ajuda a aliviar sintomas da menopausa, a proteger contra aterosclerose e diminuir os níveis de colesterol. É bom no tratamento de gripes e resfriados, micoses e picadas de insetos.
O que usamos é a inflorescência da planta.Em pó ou inteiro em presuntos, marinados, molhos, bebidas, bolos, biscoitos, doces e compotas.



Gengibre (Zingiber officinale)

 Propriedades terapêuticas:antioxidante; ajuda a tratar enjoos, combater infecções, prevenir doenças cardiovasculares; é auxiliar no emagrecimento. Eliminador de gases do estômago e intestino, estimulador da digestão, combate asma, bronquite, amigdalites, rouquidão, tosses.
 O rizoma é usado em Picles, molhos, doces, bolos, pães, saladas e carnes de porco, aves, camarão, peixes, quentão, conservas, massas doces.


Hortelã (Menta piperita)

 Propriedades terapêuticas:estimulante, tônico e digestiva. Com o bagaço limpa-se feridas. Cura gases, má digestão, cólica e dor de dente. No Recife, o pó da folha é usado para combater parasitas intestinais (ameba e giárdia) em crianças.
 Utilizada em diversos licores e chás, e como tempero nas cozinhas árabes (saladas, kibe, carneiro).



Louro (Laurus nobilis)



 Propriedades terapêuticas:antioxidante, digestivo; estimula o apetite; é auxiliar no tratamento da gripe.
 Usa-se as folhas para aromatizar marinados, molhos, massas, assados, feijões, carnes e caldos.


Manjerona (Origanum mangerona)


 Propriedades terapêuticas:contra gases e cólicas nas crianças, dores reumáticas e catarro (cataplasmas).
 A manjerona tem as folhas menores, mais claras e mais finas do que o basílico
Folhas usadas em carne bovina, suína, aves, peixes ensopados, molhos brancos e de pizza, vegetais, ovos e pães. Combina bem com a páprica.
 A manjerona difere do manjericão pelo sabor mais "peerfumado". Suas folhas são menores e mais claras.


Menta (Mentha arvenis)


 Propriedades terapêuticas:analgésica estomacal e intestinal, refrescante, digestiva, estimulante das funções cardíacas.
 Uso semelhante ao hortelã, refrescante, usada em saladas e pratos frios principalmente no verão.



Noz moscada



 Propriedades terapêuticas:afrodisíaca, é usada para problemas hepáticos.


 Sementes: Usada em marinados, assados, legumes, molho branco, doces de sabor delicado e em pães de massa fina. Deve ser ralada somente na hora do uso e necessita de pequena quantidade para dar seu aroma.



Orégano (Origanum vulgaris)



 Propriedades terapêuticas:digestivo, antioxidante, antibacteriano, antibiótico, analgésico, sedativo; auxiliar no tratamento de gripes, resfriados e cólicas menstruais.
  Folhas, geralmente secas e trituradas, usadas em molhos italianos, de tomate, ensopados, massas, sopas e espetinhos (de carneiro e porco), pizzas, caldos de verduras.


Páprica

 Propriedades terapêuticas: estimulantes e digestivas. Pode ser usada no lugar da pimenta seca, tem um sabor mais suave que a pimenta, por sua cor vermelha pode ser usada como corante para arroz, legumes, frango.
 Antioxidantes; purifica o sangue, auxilia na prevenção de doenças do coração, no Tratamento da obesidade, nas dores reumáticas (compressas locais).


Pimentas


 Frutos frescos ou secos. Propriedades terapêuticas:antioxidantes; purifica o sangue, auxilia na prevenção de doenças do coração, no Tratamento da obesidade, nas dores reumáticas (compressas locais).


Salsa


 Propriedades terapêuticas:favorece o equilíbrio hormonal; é fonte rica em betacaroteno (pré vitamina A) e Vitaminas do Complexo B e vitamina C; alivia os sintomas da bronquite, asma, cólicas menstruais e  cistite; é auxiliar no tratamento de cálculos renais e cólicas.
 Usa-se folhas e talos em molhos, patês, saladas, legumes, peixes, omeletes, sopas e guisados. Faz parte do Cheiro Verde junto com a cebolinha, ambas devem ser adicionadas após o cozimento para manter suas propriedades.


Salvia (Salvia officinalis)


  Propriedades terapêuticas:digestiva, antioxidante; auxiliar no tratamento de problemas de fígado, suor excessivo, ansiedade, depressão e sintomas da menopausa. Não deve ser usada em excesso. Usa-se na carne de boi e porco, peixes firmes, ovos, queijos e saladas.



Tomilho

 Propriedades terapêuticas:digestivo, desinfetante, anti-séptico; é expectorante, limpa as vias respiratórias e o intestino. Usa-se folhas e flore.



Referências: PANIZZA, Sylvio. Plantas que curam: cheiro de matoSão Paulo: IBRASA, 1997.